As árvores
eram siluetas ao por do sol...
O por do sol,
incandescente ao findar da tarde...
A tarde,
tardou em esperas...
As esperas,
recompensadas pelo chegar...
O chegar,
vencendo cercas e cancelas...
As cercas e cancelas,
desaparecendo no abraço...
O abraço,
matando a saudade...
A saudade,
trocada por beijos...
Os beijos,
abrindo espaços ao olhar...
O olhar,
transmitindo o amor...
O amor,
ah, o amor...
Testemunhado por um pássaro...
Um pássaro,
no último galho da árvore...
A árvore,
fechando o ciclo de minutos...
Os minutos,
transmutando-se em tempos...
Os tempos,
relembrando outras vidas...
Outras vidas,
de mãos dadas voando...
De mãos dadas voando,
ao encontro de uma nuvem...
Uma nuvem,
acolhendo anjos
de violetas e douradas asas...
Nuvem de sonhos...
Anjos de sonhos...
Asas de sonhos...
E a volta!
triste volta,
necessária volta,
imperiosa volta...
À terra!
Terra que, amorosamente,
agasalha,
acolhe,
compreende!
A árvore,
o pássaro,
o homem e a mulher,
o menino e a menina
(de cor de cuia... de clara cor...)
Resumo:
quem sabe este seja o tempo do amor...
Primeiramente eu adoro ler e há algum tempo venho escrevendo.
ResponderExcluirEu simplemente adorei o seu blog, tem poesias incriveis e que tocam a alma.
Fiz um blog a pouco tempo e estou postando minhas poesias, não sao as melhores mais sao de coração... Tenho só 15 anos e procuro melhorar meus textos cada dia.
Meu blog -> http://valderedojunior.blogspot.com/
Se tiver tempo da uma passada lá.